Ontem foi o dia da literatura Infanto-Juvenil e deixei passar isto porque simplesmente não me apetecia escrever sobre o assunto. Porque este blog não obedece a regras nem a calendários, a única coisa que o rege é a vontade, e a estupidez natural.
Hoje gostaria de partilhar um livro do género porno -popular que descobri recentemente, atenção que este post pode ferir a susceptibilidade dos mais pudicos.
Aos Caturras
Vão gritar muito contra o pauzinho. Dirão que é imoral,
que não tem graça e há‑de até parecer‑lhes perigoso.
E contudo serão eles próprios, os pudicos, os castos, que
hão‑de comprar o livro e lê‑lo de uma assentada.
Por descargo de consciência, diremos, todavia, que o
fim do pauzinho não é perverter, mas divertir. Composto
para ser lido por homens, não vimos inconveniente em
chamar as coisas pelo seu próprio nome, porque, afinal,
digam o que quiserem, a porra há‑de ser sempre porra,
muito embora lhe inventem nomes mais ou menos sonoros.
E se ele for parar às mãos de alguma menina que,
por excesso de ingenuidade, se apegue a ele como as
velhas ao seu Santo António? Não será culpa nossa. Nós
escondemo‑lobem, elas que façam outro tanto: guardem‑no
onde puderem e… regalem‑se com ele!
«Há quatro maneiras principais de foder, e vêm a ser: a foda a direito, ou a natural; a foda de lado; a foda por cima e a foda por detrás. Seja qual for a forma, a primeira condição para foder é da parte do homem ter tesão, da parte da mulher, o ser mulher, isto é, ter cono.»

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