ELE:
Anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos.
Aprendeu
a gostar da própria companhia, do seu espaço no seu mundo sem precisar estar
com os amigos todos os sábados.
Decidiu
que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor
doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. ...
Que possa exibir os
seus dons na cozinha, só para ele.
Quer uma mulher que
ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada
que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da
semana.
Quer viver uma
paixão tranquila e turbulenta de desejos…
Quer deitar-se no tapete da sala e ficar a observar enquanto ela, de t-shirt e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá...
Quer deitar-se no tapete da sala e ficar a observar enquanto ela, de t-shirt e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá...
Quer deitar-se
na cama desejando que ela saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quer brincar à guerra de
almofadas, até que o perdedor tenha que fechar
as persianas.
Quer o poder que
nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder dos “amores
perfeitos” que observa invejando...
Quer amar
sem medo, mas com o perigo de ela
querer ir
embora no dia seguinte...
ELA: Ela não sabe... Deixou de acreditar que
seria possível ter vontade de se envolver novamente.
ELES
estão por aí… sonhando um com o outro… talvez ainda nem se conheçam…

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