Por isso tenho vindo a estabelecer algumas teorias sobre os vários géneros de pessoas com que me vou deparando.
Há para todos os gostos e feitios as cata-ventos, as governamentais, as politicamente correctas as conselheiras do rei e muitas muitas mais.
Lembro me assim sem sequer pestanejar do melhor dos exemplos, quando se tem um bebé e naquelas primeiras visitas dos familiares (conselheiras do rei) a casa, de repente todos sabem tudo sobre aquela criança?
E todos têm tanta coisa para dizer sobre aquela relação que ainda está por estabelecer!
Pois os bebés crescem mas essas pessoas também, os comentários vão acabando, porque há coisas que simplesmente não se dizem, até podem ser pensadas mas não pronunciadas, porque cada um sabe de si, porque nem sequer merecem, porque há limites, por tudo e por nada...
Para me ajudar a consolidar este pensamento recorri à sabedoria popular que tanto tem a dizer sobre este assunto ora vejam lá:
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
Cada cabeça sua sentença.
Cada cor, seu paladar.
Cada macaco no seu galho,
Cada maluco com a sua mania.
Cada terra com seu uso cada roca com seu fuso.
Cada um por si, Deus por todos.
Cada um sabe as linhas com que se cose.
Cada um vê mal ou bem, conforme os olhos que tem.
De maneiras que hoje é só isto.
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